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Ler ou não ler? Eis a questão! - Para sempre minha garota

E ai pessoal, como estamos?


Às vezes, a gente vê a resenha ou a sinopse de um livro que ao mesmo tempo que nos instiga a lê-lo, nos faz pensar: "Será que isso vale meu tempo?"

Passei por isso há poucas semanas com "Para Sempre Minha Garota", e queria deixar com vocês 3 motivos para lê-lo e 3 para não lê-lo, O POST É SEM SPOILERS, então você não precisa se preocupar. Ah, e se você tiver algum livro que te despertou o mesmo sentimento, eu vou adorar saber, me conta nos comentários.

Pontos Positivos:

Amor do passado: Esse plot é velho? É! Mas, muita gente ama, dentre essa galera, eu. 
Amo livros que o amor começa num simples gesto na infância, que melhores amigos se apaixonam depois de dez anos ou que duas pessoas que se odiavam se encontram e se apaixonam, simplesmente não consigo evitar.
Acho que é aquele lance de que "o amor fala mais alto", "o amor supera tudo". 

Diálogo claro: Odeio pegar um livro e o motivo pelo qual as intrigas, separações, brigas, guerras, acontecem é pura e simplesmente a falta de diálogo. Eu sinto que o escritor teve preguiça de criar um motivo plausível, então usou a falta de comunicação dos personagens como orbita para todos os problemas da história.

Torcida emocionante: Quando um amor do passado ressurge e o diálogo do casal é claro e objetivo, a gente torce a cada página para que os nossos planos para eles deem certo, chega a ser engraçado, isso é ainda mais forte nesse livro, em "Para sempre minha garota" a gente começa a torcer desde muito cedo.

Falando dos motivos para ler, fiquei com vontade de reler o livro ou ler a continuação dele, meu coração já está quentinho <3
Mas, vamos aos pontos negativos:

Previsível: Como todo romance NA, como todo livro do amor do passado, como todo romance água com açucar... O livro é previsível e apesar tratar elementos (comuns em NA ou não) com leveza, mesmo quando pesados (morte, abandono, inseguranças masculinas), se você é averso a clichês, a previsibilidade pode ser um problema.

Vocabulário chulo: O mocinho é um rockstar popular e desejado que não só acredita que tem um rei na barriga (Meu Deus eu estou usando gírias da minha mãe, me tornei o que eu mais admirei), como acha que ele é o próprio rei. Rei da musica, do amor, do sexo...
E é muito cansativo ouví-lo tratando mulheres como objetos com a justificativa de que "ela não é a minha garota". 

Soluções questionáveis: Ao longo da história, a gente vai engolindo algumas soluções extremamente rápidas para alguns fatos complexos e confusos porque isso acontece por conta do dialogo maravilhoso dos personagens e é muito melhor que seja assim, do que com todo aquele drama que o genero quase sempre traz.
Entretanto, perto do fim da história a gente descobre alguns dos motivos do porque nossa mocinha passou a juventude sozinha, enfrentando o que precisou enfrentar e porque nosso mocinho não voltava para casa, e isso tem a ver com pessoas e motivações específicas. Isso nos deixa naquela ansia "Ah, agora o bicho vai pegar" (Mais uma gíria da minha mãe), porém, esses personagens saem do livro com um discurso de dois minutos e sem explorar nem a metade das consequências que aquelas atitudes poderiam ter trago, isso me incomodou demais.

Conclusão:
Como todo romance previsível, a gente fica com aquele quentinho no coração ao ler e ao mesmo tempo quer bater em alguns personagens, mas a gente aponta pro final feliz e rema. 

 Outro ponto considerável no livro é que ele é ótimo                                                                       para tirar a gente de uma ressaca literária!

E então, leriam esse livro ou não?
Eu li e não me arrependo, dei 3,5 estrelas no SKOOB.


#Na sua opinião, o quanto importa? - Discussão

Ei pessoal, tudo bom?


Nos últimos tempos eu tenho conversado muito com algumas amigas sobre livros, não livros específicos, mas sobre características de um livro.
Nessas conversas as frases “isso importa muito”, ou “isso importa mais do que aquilo”, vieram a tona mais vezes do que quaisquer outras.
Decidi então criar essa “coluna” aqui no Blog da Tahis, um post (se Deus quiser semanal) com discussões sobre as nossas preferências no mundo literário.
Confesso que pensei muito em qual tema abordar primeiro, já que eu tive muitas ideias sobre o assunto, mas vou começar pelo que mais me intriga:

PORQUE ESCRITOR BRASILEIRO "PRECISA" ESCREVER HISTÓRIAS QUE SE PASSEM NO BRASIL?

Desde que comecei a ler, vejo críticas à quem escreve livros que se passam fora do Brasil.

  • Quando comecei a ler resenhas de livros: “Esse livro poderia ser perfeito caso se passasse dentro da realidade em que vivemos, mas o autor escolheu colocar seus personagens em Londres e sendo brasileiro, não fica tão bom quando o escreve em outros cenários geográficos.” Era um comentário comum dos resenhistas.
  • Quando comecei a escrever  “Deus me livre de escrever livro que se passem fora do Brasil”. Era um mantra que morava em meu coração,
MAS NÃO DEMOROU PARA EU ME DEPARAR COM: 

Stephanie Perkins, Jennifer E. Smith, Julia Quinn, Jojo Moyes dentre outras autoras famosas e aclamadas que já escreveram livros que se passam em lugares muito distantes da "realidade" delas... e só ali a minha ficha caiu!

  • O problema do leitor brasileiro, não é o cenário no qual o livro se passa, o problema é o autor nacional.
  • O problema do leitor brasileiro, não é um errinho ou outro de distância ou tempo a se percorrer uma distância, o problema do leitor brasileiro é que o autor é brasileiro.

Perceber isso foi algo que me deixou encucada e abalada.

Encucada porque não é possível que o problema do leitor de determinado país seja que o escritor daquele país possa gostar de um outro país a ponto de querer ambientar uma história nele.
Abalada porque eu perdi a chance de ler vários livros, (que depois de perceber que isso era bobeira, li) por causa de um preconceito ridículo.

Hoje, eu moro na Irlanda, e quando a possibilidade do intercâmbio sorriu para mim, a primeira opção sem pensar quando o foco do intercâmbio passou a ser inglês, foi a Irlanda, sabe porque? Porque eu tinha acabado de me encantar com o lugar e suas lendas ao ler “Por um toque de ouro”, da Carolina Munhóz.

Quando eu vim morar na Europa, eu queria muito ir a Londres, não por causa das fotos, dos pontos turísticos ou qualquer outro assunto sobre a Inglaterra, eu queria conhecer a terra na qual se passava “A promessa da Rosa”, da Babbi A. Sette

Hoje, eu tenho uma vontade imensa de conhecer Tel Aviv, e não é porque eu sou cristã e quero conhecer Israel, na verdade eu nunca quis conhecer Israel por ser cristã, mas hoje eu quero, muito, por causa da duologia “Nem tão tarde assim” da Lycia Barros.

Esses, dentre alguns outros livros, me levaram para terras distantes e lindas, assim como livros de autoria gringa que se passavam fora do país das autoras e eu realmente não consigo entender essa argumentação de que “brasileiro tem de escrever sobre o Brasil”.




Eu escrevo sobre o Brasil, eu gosto de saber exatamente onde eles estão quando digo que eles estão “em tal lugar no RJ ou estudando em tal universidade de SP”.
Eu gosto de escrever sobre coisas normais para mim, mas isso sou eu, a gente tem um monte de outros autores nacionais incríveis escrevendo sobre países mais incríveis ainda que a gente não lê, única e exclusivamente, porque o livro foi escrito por um brasileiro.

Eu sei que nem todos os livros sobre milionários americanos | ingleses do wattpad são obras primas.
Eu sei que existem livros que se passam fora do Brasil que o autor não sabe do que ele está falando.

Mas livros mal escritos existem ao redor do globo terrestre, nas mais variadas línguas, não apenas no Brasil, não apenas em português.

Mas, essa é a minha opinião e a sua, qual é?
Para você, o quão importante é que o autor nacional escreva livros que não se passem fora do país?
Vamos conversar sobre isso aqui nos comentários, eu vou gostar muito de trocar experiências com vocês sobre isso. 



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#Conhecendo a série - Corte de Espinhos & Rosas - Sarah J. Maas

Oie
Como vocês estão?
O que andam lendo? Deixem nos comentários sugestões, preciso me livrar do vício que essa série se tornou para mim.

Confesso que não sou a garota das fantasias, totalmente não sou. Se eu li umas 10 séries\livros de fantasia na vida, li muito.
Mas, minha melhor amiga só lê fantasia, e muitas vezes me pego pensando "Aryane amaria essa história" e em uma dessas vezes eu me peguei pensando isso no vídeo da Aione Simões sobre "Corte de espinhos e rosas" e para a minha surpresa, depois desse "Aryane amaria essa série", entrou um "eu também" e então começamos um buddy read.




FOI O MAIOR ACERTO DO MEU ANO COM FANTASIAS, da mesma maneira que no ano anterior "A rebelde do deserto" ganhou meu coração, a releitura de a bela e a fera me ganhou por inteiro, quero apresentar a vocês, então a sinopse dos livros 1 e 2:

Cortes de Espinhos e Rosas #01
Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar um féerico transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira que ela só conhecia através de lendas , a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la... Ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

Confesso que essa sinopse não faz jus ao tamanho dessa história, ao tamanho da dor e do amor que ela traz.
Feyre é uma personagem encantadoramente bem construída e Tamlin é o Príncipe mais encantador que eu conhecia desde o Encantado de Once Upon A Time. Juntos eles constroem um amor lindo e libertador, que vai fazer você se apaixonar pela história, pelo casal, pelos momentos e pelos cenários tão palpáveis e completamente imagináveis.

*CONTÉM SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO*

O Segundo livro da série, traz uma outra visão dos fatos do primeiro e faz seu coração de partir e se juntar, se quebrar e se remontar... Vemos aqui os resultados de tudo o que aconteceu a Feyre, Tamlin e ao amor deles sob a montanha. Apesar de já termos conhecido Rhysand no primeiro livro, é neste volume que entendemos a mente do nosso antagonista.

Cortes de Névoa e Fúria #02

    Agora eu estou começando o terceiro volume da série e a sinopse daria muito mais spoilers do que o permitido.
Estou completamente encantada pela construção de mundo, pela construção de personagens, pelo jeito que a autora cria e recria situações e principalmente pela forma como você se apaixona por cada um dos casais \ não casais.

Então me contem se vocês gostaram da postagem, se já leram ou se tem intenção de ler a série e o que vocês acharam dela.


#Resenha - Essa Luz tão Brilhante - Estelle Laure


This Raging Light
    Estelle Laure




Oi pessoal, tudo bom?

Vocês já quiseram muito ler um livro desde que ele foi anunciado e de repente, em algum momento entre a pré-venda e a ida dele para as livrarias você esqueceu?

Acho que isso já aconteceu com vocês, ou pelo menos espero, porque já aconteceu comigo MUITAS VEZES, um desses livros é o "Essa luz tão brilhante", por já ter um histórico com "brilhos" por conta do meu blog "Let It Shine" eu enlouqueci quando vi esse livro, tirei foto na livraria em 2016 MAS NUNCA LI, até duas semanas atrás, quando finalmente comprei a edição em inglês "This Raging Light".

Em "This raging light" conhecemos a história de Lucille, uma adolescente de 17 anos que se sente abaixo dos padrões e acabou de descobrir que está apaixonada pelo irmão gêmeo de sua melhor amiga, que é comprometido, relacionamento esse que já conta com todo o apoio da irmã, por isso Lucille sabe que não pode nem ao menos transparecer isso para a melhor amiga.
Isso parece um YA bem clichê, né?

Mas, coloque esse pequeno problema adolescente que já causaria noites em claro a um pai que surtou e desapareceu, uma mãe que saiu de casa para tentar colocar a cabeça no lugar após o desaparecimento do pai por quinze dias, mas não voltou quando deveria, e nem mesmo semanas depois e adicione a essa lista uma irmãzinha que conta com você e para cuidar dela, a qual você pode perder guarda se alguém descobrir que vocês estão morando sozinhas...
Precisando manter a cabeça e as notas no lugar para evitar perguntas ao mesmo tempo que mantém a casa, as compras e as contas em ordem. 
Acompanhamos o desenvolvimento de Lucille junto aos amigos que ela já tinha - a melhor amiga Eden e seu irmão Digby - e os amigos do novo ambiente de trabalho. 
Com a ajuda de Eden - que mata suas aulas de balé - para tomar conta da irmã enquanto ela trabalha, Lucille consegue manter as contas em dia e as compras no armário. Dando duro em um restaurante como garçonete\faxineira e tentando superar dentro de si a ausência da mãe e a partida do pai, que deixou feridas muito mais do que as psicológicas, dia após dia.
Mas, é quando a professora de Wren pede para conversar com sua mãe e Eden comunica que está tendo dificuldades por causa das faltas e precisará retornar ao balé que o mundo de Lucille cai, como ela poderia agir agora? O que fazer e o que esperar?

Nesse momento onde tudo desaba, DE NOVO. Digby se apresenta como a única pessoa com quem Lucille pode contar e algo está dizendo a seu coração que talvez esse apoio não seja apenas por amizade.  
Mas está tudo fora de lugar.
Ele ainda tem uma namorada.
Eden não apoia a possibilidade desse relacionamento ser real e a própria Lucille se sente mal por estar preocupada com um menino quando toda a sua vida parece um campo de batalha sem fim onde o inimigo está apenas esperando que ela se renda.

Eu sorri, chorei e torci muito ao longo das 270 páginas desse livro.
Eu aprendi com Lucille.
Eu sonhei com Lucille.
E eu percebi que as vezes, tudo vai ficar bem, mesmo que para os outros parece que nada está bem.

Eu indico esse livro para qualquer pessoa que goste de histórias corajosas, finais inesperados e livros sinceros, que não contam com uma resolução mágica para todos os problemas, mas que sabem que TODOS tem um motivo para fazer o que fazem por trás de cada título: Mãe, pai, filha, irmã, amiga... Existe uma pessoa, e essa pessoa tem sua própria história, única e individual e deve ser julgada por muito mais que o título apresenta ser.

Quote:" Explique qual é o objetivo de viver se você não estiver disposta a lutar pelas verdades do seu coração, a correr o risco de se machucar. Você precisa ter fúria. - Pág.: 195"





O livro foi publicado aqui no Brasil, pela Editora Arqueiro.



#Sarah Dessen é isso tudo mesmo?

 Olá pessoas, tudo bom ?

Eu sei, eu sei... Tenho estado ausente!
Acredito que qualquer dia eu farei um post me explicando, mas esse dia não é hoje, nesse domingo lindo quero liberar um post que escrevi há mais de um mês, mas não pude liberar por inúmeros problemas, espero que essa resenha toque o coração de vocês tento quando esse livro me tocou!

***

Sao 02:55 da manhã no horário de Dublin e eu acabei de ler um livro. 
Depois de alguns meses sem ler um mísero conto, terminei um livro com mais de 400 páginas e me pego chorado, não exatamente aqueles rios de lágrimas, mas aquelas lágrimas de "que bom que é assim que acaba".

Eu não sei vocês, mas particularmente, não gosto de livros muito previsíveis, não leio muitos YAs por causa disso e minha autora do gênero favorito é a Colleen Hoover, então fica claro aqui que gosto de finais inesperados ou de grandes plot twists, certo?
Mas, era meta do ano ler Sarah Dessen e por Deus EU AMEI ESSA MULHER!
Uma escrita fluida e envolvente que descreve demais sim, demora demais pra chegar ao ponto principal sim, mas tudo isso para te conectar ainda mais com a personagem principal. Obrigada por me fazer entender cada pedacinho de McLean, Sarah, isso fez toda a diferença no livro.



Com uma construção de personagens cativante e um desenvolvimento de seus protagonistas mais envolvente ainda, "O que aconteceu com o adeus", nos apresenta McLean Sweet, ou Liz Sweet, ou LizBeth Sweet... Seja lá o nome que a escolher no momento que alguém a perguntar "Qual é o seu nome?" pela primeira vez na cidade que ela estiver morando.



Calma, eu explico.

Após um início de vida perfeito, em uma família perfeita e com todas as áreas da vida aparentemente no lugar, McLean encara um intenso e traumático processo de divórcio de seus pais, que mais a frente se tornou seu processo de guarda.

Tudo inesperado demais e rápido demais.

Sabendo que a mãe tinha traído e trocado o pai pelo novo treinador do time de basquete que o pai era fã de coração - tão fã que "McLean" foi uma homenagem a um antigo e importantíssimo treinador de tal time - a garota toma as dores do pai e rejeita a mãe de todas as formas humanamente possíveis. Por conta disso, ela escolhe morar com o pai quando o processo de guarda chega nesse ponto. Seu pai por sua vez, assume um trabalho que exige que ele se mude pelo menos 2 vezes por ano, e por isso McLean se muda para a sua quinta escola em dois anos e meio.

Um vida nova a cada semestre nos dá a oportunidade de ter... Exatamente isso, uma vida nova a cada semestre, então McLean inventa um personagem de acordo com o lugar que está, o que começa por um nome e passa por toda a construção de quem ela é, do que gosta de fazer, comer, vestir...

Entretanto, as coisas saíram um pouco de controle após a chegada da garota e seu pai em Lakeview, a falta de domínio da situação, um vizinho misterioso que se esconde no porão de um antigo prédio, os inúmeros conflitos com a mãe perfeita e rica e sua nova família - Sua mãe não tinha apenas traído seu pai, ela tinha se casado novamente e tido outros dois filhos - e a eminente erupção  do vulcão de sentimentos que até então McLean tinha conseguindo manter sufocados dentro de si para o bem de todos, deixam a "personagem da vez" de McLean por um fio.

E se pela primeira vez em anos a única coisa que ela desejasse fosse ser ela mesma ? 
E se a única coisa que ela quisesse fosse se fixar em um lugar ?

Esse livro é um jovem adulto que vai tratar sobre questões de identidade, conflitos adolescentes e o meu assunto favorito, como a vida de um casal não define a relação de cada indivíduo desse casal - ou ex-casal - com o seu filho. 

Narrado com maestria em primeira pessoa "O que aconteceu com o adeus?" vai te fazer sentir tudo o que a protagonista sentiu e te dar o um misto de emoções e um enorme peso, de amor e de dor durante a leitura, com um romance bem desenvolvido que em nenhum momento tem a pretenção de ser a coisa mais importante da história e uma linda lição sobre laços de amizade, esse livro pode te fazer sorrir e chorar ou nem tanto, mas certamente vai deixar seu coração quentinho no final.

Amém, Sarah Dessen.


#Lançamentos nacionais que estou louca para ler:

Olá pessoas...


Então pessoal, já falamos sobre meus autores favoritos, a fofura que habitação coração dos românticos incorrigíveis e hoje falaremos de lançamentos nacionais que estou louca para ler!

Alguns foram lançados agora na bienal e outros estarão sendo lançados num futuro próximo!

Comecemos então com "Por um toque de Magia", que é a conclusão da série da autora Carolina Munhoz:

Depois de Por um toque de ouro, em que Emily O’Connell, herdeira de um império fashion, descobre ter o dom da sorte e fazer parte de uma rara linhagem Leprechaun, e Por um toque de sorte, em que é levada para o centro de um esquema perigoso e cruel por alguém que está se apropriando de seu dom, a jovem protagonista da Trindade Leprechaun, trilogia de fantasia contemporânea inspirada nas lendas irlandesas, luta para recuperar o que é seu em Por um toque de magia. E enquanto retoma o controle sobre seu próprio destino, Emily acaba se apaixonando, no emocionante desfecho da série, repleto de fantasia e romance. 





Ainda que eu não tenha lido "O despertar do lírio" - que já tenho -  sei que preciso muito ler "Não me esqueças", que é a continuação direta do fim de "A promessa da rosa".

Em um cenário de contos de fadas, Babi A. Sette convida o leitor a mergulhar em um mundo novo, repleto do encantamento que somente um amor de almas gêmeas pode realizar
Aos vinte e um anos, Lizzie deveria estar empenhada em fisgar um noivo e finalmente se casar. Entretanto, após uma decepção amorosa, o coração da jovem só palpita por sua grande paixão — os estudos sobre o povo e a cultura celtas. Esse interesse faz com que ela troque os concorridos salões de baile de Londres pelas estradas desertas e sinuosas das Highlands escocesas. Ali, ela conhecerá Gareth, o enigmático líder do clã que vive no local mais remoto e bucólico da Escócia. Envolto em uma aura de mistério, ele luta para manter suas tradições, seus segredos e, principalmente, seu povo em segurança.
Enquanto o austero Gareth tem a vida toda sob controle e resiste a mudanças, Lizzie está muito entusiasmada com suas explorações e descobertas. Porém a vida de ambos é alterada de maneira inexorável quando uma fatalidade transforma a tão sonhada aventura de Lizzie em pesadelo. Vindos de mundos tão diferentes, mas unidos por uma atração irresistível, Lizzie e Gareth vivem uma paixão proibida e desafiadora, sem saber que finalmente poderão encontrar aquilo que só ousavam buscar em sonhos. 


EU APENAS NECESSITO de ler "Na minha pele".

Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação.
Ainda que não seja uma biografia, em Na minha pele Lázaro compartilha episódios íntimos de sua vida e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.







Cartas a um jovem político para construir um país melhor, do - pasmem-se - ex-presidente FHC

Ao longo de dezoito tópicos, na forma de cartas, quase como uma conversa, em linguagem e tom coloquiais, Fernando Henrique Cardoso responde questões relacionadas à formação do político. Afinal, sabe-se que não existe uma faculdade para preparar políticos. Segundo o autor, o que prepara alguém para a vida pública são as experiências, os exemplos e os conhecimentos acumulados, dos quais se pode extrair lições e um itinerário geral de conduta. O livro é voltado para jovens que pretendem entrar na vida política ou políticos que dão os seus passos iniciais na carreira. FHC fala da necessidade de um processo contínuo de aperfeiçoamento e lidar bem com transformações, visão global e aprofundada (sobre o Brasil, o mundo, a economia, a sociedade, os avanços da tecnologia, as leis, etc.), discorre sobre a diferença entre o político comum e o estadista, como desenvolver senso da oportunidade, sabendo recuar quando necessário, como se dirigir ao público e aumentar capacidade de juntar pessoas, desenvolvendo habilidades para lidar com os outros em situações variáveis e complexas. Além disso, fala de sua relação com a mídia, com o Congresso, e com o poder. Mais do que um início, um meio ou um fim, a política, segundo o autor, deve ser um processo.


E é claro, "Trago seu amor sem pedir nada em troca" do Ique Carvalho.

A vida de Ique Carvalho era tranquila e parecida com a de muitos jovens de Belo Horizonte, sua cidade natal. Ele morava com os pais e os irmãos, era apaixonado pela namorada e trabalhava na agência de publicidade da qual era sócio. Suas impressões sobre o cotidiano iam para o blog The Love Code, onde podia dar vazão ao seu talento para escrever. Até que, em 2013, dois fatos fizeram tudo virar de ponta-cabeça. Na mesma semana, seu namoro teve um fim traumático e o pai recebeu o diagnóstico de uma doença degenerativa grave, que o mataria aos poucos. Sem chão e em meio a um turbilhão, foi no blog que encontrou refúgio para expressar seus sentimentos. Os textos fortes e genuínos acabaram viralizando, popularizando o site e dando a Ique milhares de fãs e seguidores. Suas palavras possuem o incrível dom de ser, ao mesmo tempo, simples e profundamente verdadeiras, traduzindo o que há de mais puro e desejável no amor. Essa mesma capacidade de causar impacto e despertar as emoções dos leitores permeia as reflexões tocantes de Trago seu amor de volta, seu aguardado segundo livro solo. Ique mais uma vez demonstra sua vocação única como cronista do amor em todas as suas expressões.


Muito provavelmente eu não vou ler todos esses livros, mas gostaria que vocês lessem. Se eu pudesse, leria também hahaha.


Mas, morando do outro lado do oceano, com a vida rodando em inglês  não é nada fácil se dedicar às leituras.


Conheciam algum dos títulos? Gostariam de ler ? Me deixem saber, viu.


Beijos

#Conto - Além do que se vê + entrevista com autora Tayana Alvez

Oi gente, como vocês estão?
Estão gostado da semana Nacional no blog?
hoje venho trazer uma bate papo com a Tayana Alvez, nossa colunista aqui do blog e também uma aspirante a escritora. A Tay escreve, e já tive a oportunidade de ler um conto e um pouco do seu livro "Eu Quero Mais". E hoje vamos conhecer um pouco sobre a Tay e sobre sua escrita, sobre o gênero que ela escreve e tal.


A Tay, junto de outros autores estão com contos reunidos no livro "Psicopatas e outros Distúrbios" organizado pela Camila Deus Dará e publicado pela Young Editorial, que reúne vários contos, e eu tive oportunidade de ler o conto da Tay, que foi muito bom e bem desenvolvido.

O Conto - Além do que se vê - Tayana Alvez
Apesar de não ser de ler contos, gostei demais do conto da Tay, Além do que se vê é um conto bem gostoso e muito louco, uma história macabra e aterrorizante. Somos envolvidos por um mistério de assassinatos de jovens lindas, que instiga os investigadores. Não tem como falar muito sobre o conto, devido acabar soltando algum spoiler, mas posso garantir que é um conto muito bom, no final fiquei com aquela de, como não percebi? Um conto que via muito além, as vezes está ali, na nossa frente, mas não somos capazes de enxergar a verdade. A escrita da Tay é maravilhosa e bem direta, mas sempre com aquele suspense no ar. Adorei ler o conto e super recomendo. 


Fiz umas perguntinhas para a Tay sobre sua vida de escritora seus projetos e outras coisas, vem conferir!!

Tahis: Tay, como foi que você começou a escrever? como surgiu a ideia de escrever, um romance?

Tay: Quando eu tinha entre 18 e 19 anos precisava tirar minha adolescência do peito de algum jeito, escrevi um livro que contava a história de três melhores amigas no ensino médio, elas eram eu e as minhas melhores amigas, o livro fala muito de mim, dessas amigas e como mantivemos a relação por anos mesmo com toda a distância, mas na vida real essas minhas amigas nem se conheciam àquela altura, entretanto 60# das histórias do livro aconteceram em algum momento da nossa vida.
Escrevi esse livro na intenção de deixar para trás os amores e desamores e cultivar a trajetória da amizade. Essas duas meninas são minhas melhores amigas até hoje.
Depois disso com a leitura, conheci os blogs literários, me encantei por esse mundo e tem a Paola Aleksandra do Livros e Fuxicos como maior inspiração, criei o Let it Shine Blog para escrever resenhas literárias e com isso voltei a escrever, acabei começando a escrever textos autorais e de lá para cá foi um pulo para escrever livros.

Tahis: Você se inspira em alguém ou algum acontecimento na hora de criar suas histórias?

Tay: Eu me inspiro em tabus e músicas. Sempre que você ler algo meu, você pode me perguntar qual é a música daquele texto/conto/livro que eu vou te falar. E Se existe um tabu, quero escrever sobre. (Risos), e se possível, destabulizar.


 Tahis: Li um pouco de um dos seus livros e gostaria de saber como foi a criação dos personagens e da história, que é um romance bem intenso, fala sobre preconceito, sobre machismo, entre outras coisas, como foi o processo de escrita?

Tay: No início eu me sentia bem incomodada porque apesar de ser considerada por alguns como negra, por outros eu não sou e não queria ser "a branca que escreve sobre negros", sabe ? Não queria me apropriar de nada que não fosse "meu", mas depois de um tempo percebi que a história precisava ser contada, tanto pelo racismo, quando pelo machismo, é sempre bom lembrar que não é sobre o quão negra você é, é sobre ser negro numa sociedade eurocentrada e que a sua amiga feminista não é culpada pelo relacionamento abusivo dela. Diante desse plot, é muito claro para mim que eu escolhi contar a história porque ela era muito maior do que eu e meu colorismo.

 Tahis: Li recentemente, seu conto "Além do que se vê" que faz parte do livro "Psicopatas e outros Distúrbios" um livro de conto lançado pela editora Young Editorial, que é um conto sobre psicopatas e é bem louco, e é um conto bem
diferente do que você escreve, como foi escrever esse conto?

Tay: Foi uma delicia, brincar com a percepção do outro a algo que eu faço dentro do romance, fazê-lo num gênero tão fora da minha zona de conforto foi muito gostoso. Acredita que escrevi esse conto em meia hora? A ideia veio muito clara para mim, do início ao fim, estava pensando no que escreveria para o conto e começou a tocar a música - está vendo só, música - "Além do que se vê" e entendi ali o Q.I. Eu precisava fazer.
 Tahis: Como você vê o mundo literário hoje, vem crescendo e muito e a literatura nacional também, pretende publicar seu livro independente ou alguma editora?

Tay: No momento estou com um projeto para lançar na amazon independente, uma história de amor "nua e crua". O livro fala sobre o possível fim de um relacionamento quando o amor ainda existe e como o casal e as pessoas a volta lidam com a tentativa de reconstruir uma relação que sempre foi aparentemente eterna, mas com o passar dos anos, foi perdendo essa eternidade.
Sobre os meus outros dois romances, continuo trabalhando neles, melhorando, revisando... Quero publicar "Eu quero mais" por uma editora, não por achar que a autopublicação é menos digna, mas porque preciso que o mundo conheça essa história, que uma editora legitime a importância dela, que os leitores olhem para esses personagens e vejam o que eles vão encontrar dentro de si, às vezes a gente carrega preconceitos que nem imagina.

Tahis: Quais são suas referencias literárias, você lê de tudo pelo que sei, mas quais são as principais?

Tay: Se você me perguntar os autores que mais amo ler eles serão John Grisham () Coleen Hoover ( ) e Paulo Coelho ( ), então acho que minhas obras não refletem o que eu leio porque sou realmente muito eclética nesse quesito e sempre busco escrever sobre algo que nunca li, acho que os livros precisam acrescentar algo novo sempre, mas confesso que eu um dia olhei pra Coleen e disse: Quero criar personagens tão bons quanto os seus, olhei pro John e disse: Quero finais tão normais e naturais quanto os seus e olhei por Paulo Coelho e disse: Quero envolver as pessoas nas minhas histórias como você me envolve nas suas.

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado de conhecer um pouco sobre a Tayana Alvez e mais uma vez suuuuuper recomendo o conto "Além do que se vê" que está no livro "Psicopatas e outros distúrbios" publicado pela Young Editorial, para adquiri o livro basta clicar aqui. 

#Romântico Incorrigível

Vamos falar de nacionais amorzinhos?

Passei o dia pensando no que seria esse post e não sabia.
Falei para a Tahis que escreveria sobre os livros nacionais lidos para a maratona, mas não fluiu.

           Não fluiu porque preciso falar com vocês sobre homens românticos que escrevem nacionais.
Acredito que os clássicos, os autores antigos, conhecemos aos montes, mas no quesito  recentes, falhamos miseravelmente.
           A verdade é que nos últimos anos uma onda de romance tem invadido nossa vida, e aceitamos muito bem quando o autor é uma mulher. Não é um segredo que pela construção social machista na qual fomos criados, os homens são desencorajados a lerem/escreverem romances, então nada mais natural que o maior público do gênero ser acostumado a ler livros de mulher para mulher (Marisa, me patrocina). Mas, hoje eu te convido a deixar o pré-conceito de lado, a parar de achar que todo homem é igual, que homens não são românticos ou que eles só pensam naquilo...
       
Às vezes, eles são totalmente diferentes do padrão, ou do que se espera deles. Outras vezes são imensamente românticos e também pensam naquilo, mas não só, naquilo.


Convido vocês, a conhecerem os livros do escritor "Ique Carvalho", que me foi indicado por uma amiga no final de 2015 e nunca mais me deixou. <3


Não lembro de ter me apaixonado tanto por um   livro  como me apaixonei por "Faça amor, não faça    jogo", um compilado de histórias de amores e desamores que me provocou gargalhadas e me   levou  às lágrimas incontáveis vezes.
A sutileza, sinceridade e o amor que emanam das    palavras de Ique, chegam ao nosso coração para    aquece-lo e nos fazer sentir como se pudéssemos    amar daquela forma e certamente nos traz vontade de sermos amados daquele jeitinho que o Ique ama.


"Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que, por mais que você esteja sofrendo, um sorriso sempre alivia um pouco. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar uma vez ou outra, que começar de novo é tudo que você precisa."


"Limitar-se é um problema. Limitar o sentimento é o pior deles. Vai perder a chance de viver uma história. Porque não teve coragem de falar. Eu agora me apaixono por mulheres que, além de gostarem de Pearl Jam, aceleram meu coração. Eu agora me apaixono por mulheres diretas e honestas. Que não fazem jogos, fazem amor. Quero conquistar uma mulher sendo eu mesmo.
Sem estereótipos, sem medo. eu agora,
passei a ver o mundo de outra maneira.
E não foi ele que mudou, fui eu.”


Esses textos são do livro, que nasceu do sonho do Ique e do pai dele de publicarem os textos que Ique escrevia em seu blog "The love Code", o pai de Ique faleceu (doença degenerativa) e inspirou vários textos do blog. Este senhorzinho me fez sorrir, ter a fé fortalecida e chorar feito criança.

O segundo livro do autor é uma antologia, "Mais amor, por favor" que li na maratona e me apaixonei mais uma vez. Ao lado de outros três românticos incorrigíveis, Ique mostrou - mais uma vez - seu talento para o amor. Falei um pouco sobre o livro no post de leituras da maratona, agora vou deixar um quote da crônica que mais amei do livro:

"O amor, apesar de tudo, também sabe ser impaciente. Ele não pede licença, mas invade. Ele não bate à porta; pula a janela. Não acalma o coração, mas bagunça."

"Muito amor, por favor" traz um Ique com o coração mais aberto, engana-se quem pensa que ele amava menos antes, mas agora ele ama num geral, num total. Ele não só ama os que já são seus, mas ele dá amor para o mundo inteiro e eu achei isso incrível.

         Por fim, Ique está lançando seu terceiro livro agora e eu que estou na a Irlanda não tenho acesso a ele, mas vocês que têm, por favor leiam, vou comprar o ebook assim que sair:
Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca.



O que é o amor?O amor não é uma pergunta. É a resposta para tudo.
Os textos fortes e genuínos de Ique Carvalho acabaram viralizando e se popularizando dando a Ique milhares de fãs e seguidores.
Suas palavras possuem o incrível dom de ser, ao mesmo tempo, simples e profundamente verdadeiras, traduzindo o que há de mais puro e desejável no amor.
Essa mesma capacidade de causar impacto e despertar as emoções dos leitores permeia as reflexões tocantes de Trago seu amor de volta, seu aguardado segundo livro solo. Ique mais uma vez demonstra sua vocação única como cronista do amor em todas as suas expressões.

E ai, alguém aqui já leu Ique Carvalho? O que achou? Me recomendem mais autores amorzinhos e não esqueçam, a semana de nacionais que começou no dia da independência continua... 
Amanhã a Tahis passa por aqui para dar amor para vocês!