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Ler ou não ler? Eis a questão! - Para sempre minha garota

E ai pessoal, como estamos?


Às vezes, a gente vê a resenha ou a sinopse de um livro que ao mesmo tempo que nos instiga a lê-lo, nos faz pensar: "Será que isso vale meu tempo?"

Passei por isso há poucas semanas com "Para Sempre Minha Garota", e queria deixar com vocês 3 motivos para lê-lo e 3 para não lê-lo, O POST É SEM SPOILERS, então você não precisa se preocupar. Ah, e se você tiver algum livro que te despertou o mesmo sentimento, eu vou adorar saber, me conta nos comentários.

Pontos Positivos:

Amor do passado: Esse plot é velho? É! Mas, muita gente ama, dentre essa galera, eu. 
Amo livros que o amor começa num simples gesto na infância, que melhores amigos se apaixonam depois de dez anos ou que duas pessoas que se odiavam se encontram e se apaixonam, simplesmente não consigo evitar.
Acho que é aquele lance de que "o amor fala mais alto", "o amor supera tudo". 

Diálogo claro: Odeio pegar um livro e o motivo pelo qual as intrigas, separações, brigas, guerras, acontecem é pura e simplesmente a falta de diálogo. Eu sinto que o escritor teve preguiça de criar um motivo plausível, então usou a falta de comunicação dos personagens como orbita para todos os problemas da história.

Torcida emocionante: Quando um amor do passado ressurge e o diálogo do casal é claro e objetivo, a gente torce a cada página para que os nossos planos para eles deem certo, chega a ser engraçado, isso é ainda mais forte nesse livro, em "Para sempre minha garota" a gente começa a torcer desde muito cedo.

Falando dos motivos para ler, fiquei com vontade de reler o livro ou ler a continuação dele, meu coração já está quentinho <3
Mas, vamos aos pontos negativos:

Previsível: Como todo romance NA, como todo livro do amor do passado, como todo romance água com açucar... O livro é previsível e apesar tratar elementos (comuns em NA ou não) com leveza, mesmo quando pesados (morte, abandono, inseguranças masculinas), se você é averso a clichês, a previsibilidade pode ser um problema.

Vocabulário chulo: O mocinho é um rockstar popular e desejado que não só acredita que tem um rei na barriga (Meu Deus eu estou usando gírias da minha mãe, me tornei o que eu mais admirei), como acha que ele é o próprio rei. Rei da musica, do amor, do sexo...
E é muito cansativo ouví-lo tratando mulheres como objetos com a justificativa de que "ela não é a minha garota". 

Soluções questionáveis: Ao longo da história, a gente vai engolindo algumas soluções extremamente rápidas para alguns fatos complexos e confusos porque isso acontece por conta do dialogo maravilhoso dos personagens e é muito melhor que seja assim, do que com todo aquele drama que o genero quase sempre traz.
Entretanto, perto do fim da história a gente descobre alguns dos motivos do porque nossa mocinha passou a juventude sozinha, enfrentando o que precisou enfrentar e porque nosso mocinho não voltava para casa, e isso tem a ver com pessoas e motivações específicas. Isso nos deixa naquela ansia "Ah, agora o bicho vai pegar" (Mais uma gíria da minha mãe), porém, esses personagens saem do livro com um discurso de dois minutos e sem explorar nem a metade das consequências que aquelas atitudes poderiam ter trago, isso me incomodou demais.

Conclusão:
Como todo romance previsível, a gente fica com aquele quentinho no coração ao ler e ao mesmo tempo quer bater em alguns personagens, mas a gente aponta pro final feliz e rema. 

 Outro ponto considerável no livro é que ele é ótimo                                                                       para tirar a gente de uma ressaca literária!

E então, leriam esse livro ou não?
Eu li e não me arrependo, dei 3,5 estrelas no SKOOB.


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